SolarIce Discografia
Banda: SolarIce (Холодне Сонце)
País: Ucrânia
Myspace
Site Oficial
Gênero: Gothic Rock, Metal, Darkwave
Bem, apresento a vocÊs um dos grupos mais interessantess da Ucrânia, o SolarIce. Ele tem um misto de HIM com algumas pegadas mais metal e um som que certamente vai agradar aos fãs dos finlandeses.
O grupo tambem já fez um remix da música Calling para o grupo L'ame immortelle.
Discografia
2004 - Promeni Sliz MU/HF
2004 - The Shadow Of Love MU/HF
2005 - Krasche MU/HF
2008 - Novi MU/HF
2008 - Teatr Temnih Peljustok MU/HF
Various - Miroque Vol. VI (2000)
Various - Miroque Vol. V (2000)
Various - Miroque Vol. III (1998)
Various - Miroque Vol. II (1997)
Virgin Voices A Tribute To Madonna
2. Loleatta Holloway - Like A Prayer (4:05)
3. Annabella Lwin - Like A Virgin (LCD Mix) (4:47)
4. Dead Or Alive - Why's It So Hard (4:50)
5. Berlin - Live To Tell (5:00)
6. Astralasia - Vogue (3:53)
7. Front Line Assembly - Justify My Love (5:01)
8. James Hardway With Amanda Ghost - Bad Girl (feat. Boy George) (4:57)
9. KMFDM - Material Girl (4:27)
10. Silverbeam - Bedtime Story (4:59)
11. Information Society - Express Yourself (4:59)
12. Spahn Ranch - Swim (4:36)
13. Gene Loves Jezebel - Frozen (Razed In Black Mix) (5:01)
14. The Voluptuous Horror Of Karen Black - Burning Up (Interface Mix) (4:59)
2. Switchblade Symphony - Lucky Star (4:00)
3. Sigue Sigue Sputnik - Ray Of Light (4:24)
4. Ogre - Borderline (3:33)
5. Dale Bozzio - Into The Groove (Meeks Remix) (4:52)
6. A Flock Of Seagulls - This Used To Be My Playground (4:58)
7. Michelle Crispin - Love Don't Live Here Anymore (4:46)
8. Adeva - Rescue Me (3:48)
9. Razed In Black vs. Transmutator - Erotica (4:49)
10. Mephisto Walz - Skin (4:58)
11. Loop Guru - Cherish (4:59)
12. Rosetta Stone - Rain (4:59)
13. Mark Pistel - Deeper And Deeper (feat. Danger Girl) (4:59)
14. Bigod 20 - Like A Prayer (3:59)
Collide - These Eyes Before (2009)
Country: United States
Genre: Darkwave/Trip Hop
Myspace/Site
Faz um tempinho que eu não posto alguma coisa mas isso eu não podia deixar passar.
Como vcs podem ver pelas músicas, é um álbum só de covers. Pink Floyd, David Bowie, Depeche Mode, Radiohead... mas ainda assim com a cara do Collide.
Bom, eu sou suspeita pra falar mas ficou bem legal.
01. Breathe (Pink Floyd)
02. Nights In White Satin (The Moody Blues)
03. Come Together (The Beatles)
04. Creep (Radiohead)
05. Rock On (David Essex)
06. I Feel You (Depeche Mode)
07. Space Oddity (David Bowie)
08. Baby Did a Bad Bad Thing (Chris Isaak)
09. Tusk (Fleetwood Mac)
10. Comfortably Numb (Pink Floyd)
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Janus Discography
Fading Colours Discography

Antigamente se chamavam Bruno The Questionable, baseado no personagem do grupo Monthy Pyton, Rei Bruno, o Questionável. Quando lançaram esse primeiro disco, mudaram para Fading Colors.
Simples, com belos arranjos e vocais femininos, o grupo prima por um gothic rock com algumas raízes post-punk, mas sem apelar para nenhuma forma consagrada do estilo. As guitarras remetem ao The Cult na sua fase mais hardrock.
Uma coisa que chama a atenção é a evolução no som que eles fazem ao longo da carreira, se desvinculando totalmente do gothic rock no último disco, onde incorpora sonoridades do trip-hop e se torna, com isso, um grupo mais voltado para o darkwave.
Banda: Fading Colours
Gênero: Gothic Rock, Trip-Hop, Darkwave
Integrantes: De Coy, Daniel Kleczynski e Leszek Rakowski
Site
Myspace
Ordo Equitum Solis Discography
Eu gosto do trabalho deles. Estes italianos fazem um trabalho bonito, que vai do Ethereal ao Dark Ambient.
É um grupo que não deve em nada a grandes nomes como o Dead Can Dance e mesmo
Ouçam todo o clima e a magia do som do Ordo Equitum Solis.
Banda: Ordo Equitum Solis
País: Itália
Integrantes: Leithana (França) e Deraclamo (Italia)
1990 - Solstitii Temporis Sensus
1991 - Animi Aegritudo
1993 - OES
1994 - Paraskenia
1995 - Hecate
1998 - Signs
1999 - Octo
1999 - Planetes
2000 - Metamorphosis - Personam Impon
A Covenant Of Thorns Discography
Olha, é um dos trabalhos mais interessantes que encontrei nesses últimos tempos.
A Covenant of Thorns mistura darkwave e synthpop para criar um som muito bonito, cheio de melodias sombrias e dançantes, com aquele clima nostálgico e melancólico.
Se você curte Clan of Xymox e Depeche Mode certamente vai gostar de A Convenant of Thorns.
1999 - Hallowed & Hollow
2005 - If The Heavens Should Fall
O Quam Tristis Discography
O Quam Tristis é um dos meus grupos favoritos da cena gótica francesa. Formado por membros do Opera Multi Steel e Collection D"Arnell Andrea, o seu som mescla música medieval, eletrônica, darkwave e outras coisas, tornando a sua sonoridade algo muito rico e muito inovador.
2000 - Funérailles Des Petits Enfants
2002 - Le Rituel Sacré
2005 - Meditations Ultimes
2008 - Les Chants Funestes
The Breath Of Life
Country: Belgium
Genre: Gothic Rock/Darkwave
Myspace/Site
1994 - Taste Of Sorrow
1996 - Lost Children
1998 - Sweet Party
2000 - Silver Drops
2005 - Everlasting Souls
WeltenBrand Discography

WeltenBrand é um dos meus grupos de darkwave favoritos. Sua sonoridade mescla sons neoclássicos, darkwave e uma atmosfera bem sombria e carregada, com melodias muito bonitas.
Banda: WeltenBrand
Pais: Alemanha
Integrantes
Ritchie Wenaweser - vocal
Dina Falk - vocal
Oliver Falk - teclado
Daniela Nipp - violino
Christian Sele - baixo
Mario Jahnke - bateria
Site Oficial
Myspace
1995 - Das Rabenland
1997 - Das Nachtvolk
1999 - Der Untergang von Trisona
2001 - In Gottes oder des Teufels Namen
2006 - The End of the Wizard
Opera Multi Steel Discography
Opera Multi Steel é uma banda francesa multi-estilo da região de Bourges. Formada atualmente por Franck Lopez, seu irmão Patrick Lopez Robin, Catherine Marie e Eric Millhiet.
Uma banda electro-gótica francesa que tem na Idade Média uma de suas principais referências, e que alia sons eletrônicos a instrumentos como dulcímer, violas e flautas doces. Um grupo formado por professores, analistas de sistemas e ortofonistas, que tem na música a sua realização pessoal, mas que, infelizmente, como muitas outras bandas alternativas, não conseguem viver só de música. Esses são apenas alguns dos elementos que chamam a atenção na banda Opera Multi Steel. Fora o fato deste grupo já ter excursionado várias vezes no Brasil e ser um “sucesso alternativo” por aqui, ao ponto de um de seus integrantes ter formado um grupo paralelo em conjunto com dois brasileiros.
Opera Multi Steel começou suas atividades em 1983, na cidade de Bourges, localizada na parte central da França. Da primeira formação da banda fizeram parte os irmãos Franck (baixo, vocal e teclados) e Patrick Lopez (vocal e teclados), além de Catherine Marie (vocal, teclado e percussão). Antes de resolverem criar o Opera Multi Steel, Franck e Patrick participavam de bandas com propostas musicais diferentes. Franck Lopez era integrante de uma banda folclórica chamada Avaric, juntamente com Eric Milhiet que depois seria convidado a integrar o OMS como baixista e guitarrista. Já Patrick, fazia vocais em uma banda de estilo ebm/electro chamada Afghanistan. Em 1987 passariam também a integrar a banda o guitarrista Xavier Martin, que participaria de poucas gravações. Além dele, a banda contou no decorrer de sua carreira com a presença de vários músicos convidados, a exemplo de Carine Grieg, vocalista da banda Collection D’arnel Andrea.
Fora a presença de outros músicos em seus trabalhos, é importante destacar o fato de que os membros fixos da banda eram todos multi-instrumentistas, o que sempre proporcionou uma variedade e riqueza sonora às músicas do grupo.
Na nova banda pode-se dizer que os irmãos conseguiram fundir os estilos musicais das duas bandas que integravam, pois o Opera Multi Steel se caracteriza justamente por prover à música antiga e medieval uma atmosfera eletrônica.
O primeiro trabalho lançado pela banda foi o EP Les martyrs, de 1984, editado pelo selo alternativo Orcadia Machina, em vinil formato 45 RPM, que contava com as faixas “Tes lèvres, un abat-son”, “Armide (automne mix)”, “Les martyrs” e “Gregoire”. “Armide” é, até hoje, uma das músicas mais conhecidas do grupo. Em 1991, este single foi relançado em CD sendo distribuído como brinde na revista francesa Prémonition.
Ainda em 1984 lançam o segundo EP, Rien, no mesmo formato e pelo mesmo selo. O disco trazia as faixas “Rien”, “Fêtes Komite”, “Jardin botanique” e “Massabielle”.
Em 1985 é lançado o primeiro álbum do grupo, chamado Cathédrale, em homenagem a famosa construção em estilo gótico francês que existe na cidade de Bourges, lar da banda. Neste álbum a sonoridade synthpop se mistura de forma harmoniosa a espectros medievais, em um resultado que traduz a personalidade do grupo, e se estenderia por diversos outros trabalhos.
Constam no disco as seguintes faixas: “Du son des cloches”, “Forme et réforme”, “Empire”, “Brasier communiquant”, “Piscine à Tokyo”, “Cathédrale”, “Frantz est mort”, “Attitudes”, “Ils s'éloignent” e “Un froid seul”. Este é o único disco da banda que foi produzido por Jean-Pierre Lefevre. Todos os demais discos ficariam a cargo de Jacques Andria que passaria a ser o “produtor oficial” do grupo.
Em 1997 este disco seria relançado em CD, sendo que esta nova versão trás como acréscimo as quatro faixas lançadas no segundo EP da banda, Rien.
Após o álbum Cathédrale, a banda só lançaria material novo em 1987, o single Personne ne dort. Entretanto, é importante destacar que apesar de esse ser o único trabalho oficial num aparente hiato de dois anos, a banda não parou de produzir, pois o grupo gravaria entre 1985 e 1987 uma série de trabalhos originalmente lançados em fitas K7 por selos europeus independentes, em edições limitadas, contendo faixas inéditas, que não chegaram a ser lançadas de forma oficial. Tais edições acabaram tornando-se raras e item de colecionador. Seriam elas: Autres Appels (1985), Eternelle Tourmente (1986), OMS/Modern Art (1987), Je Regarde la Pluie (1987), Regret qui s’écaille (1987) e OMS in Concert (1987). Além dessas gravações, a banda durante esse período participou de inúmeros concertos e festivais pela França e alguns países da Europa. Para a gravação do single, que além da faixa título trazia a canção “Jamais plus”, o grupo convidou o guitarrista Xavier Martin, que ficaria na banda por pouco tempo. Curiosamente Martin era um ardoroso fã de Hard Rock, o que talvez explique sua curta permanência no OMS, onde ficou apenas um ano.
Personne ne dort foi gravado e mixado no estúdio Azala Sound, em Paris. Além da participação de Xavier Martin, o single contou ainda com a presença de Jean- Pierre Clavier nas baterias eletrônicas. Para substituir o antigo guitarrista foi convocado o músico Eric Milhiet. Este era um velho amigo de Frank Lopez, e já havia tocado com ele anteriormente no grupo folclórico Avaric. Um currículo que, sem dúvida, tornava o novo membro muito mais próximo da sonoridade da banda. Além disso, Milhiet possuía uma característica comum aos outros músicos do OMS, pois era multi-instrumentista, e, além da guitarra, tocava baixo, teclados, flauta doce e outros instrumentos de corda e sopro.
Assim, Milhiet participaria da gravação do segundo álbum da banda - A contresens - , que seria lançado apenas em 1989. Este disco trazia as seguintes faixas: “A contresens”,”Les grands orchestres”, “J. l'aveugle”, “Oraisons minimes”, “Paulette à la plage”, “Prométhée”, “Les sens” e “Las”. O álbum lançado mais uma vez pelo selo Orcadia machine, marca uma fase de transição na sonoridade do grupo. A presença de flautas, dulcímer, guitarras acústicas e cravo fazem um paralelo com sons eletro-eletrônicos, numa contraposição entre o passado e o futuro. Em outros trabalhos que se seguiriam esse contraste ainda que valorizado, se daria de forma mais harmoniosa, e os temas medievais, ainda que presentes, cederiam espaço cada vez mais, para a melancolia e o tom confessional das letras.
Um belo exemplo é o terceiro álbum da banda Les douleurs de l'ennui, lançado em 1990, pelo mesmo selo. A capa, uma pintura de autoria dos designers franceses Pierre e Gilles, apresenta uma jovem em trajes de cavaleiro medieval, que deve ser a figura de Joana D’Arc, personagem histórica tão cara aos franceses. O disco traz a primeira colaboração de Jean-Marc Bougain (bateria e percussão) em um trabalho do OMS. Sua presença garante uma seção rítmica mais efetiva à sonoridade do grupo tanto ao vivo como em estúdio.
As canções são marcadas por ondulações cromáticas e sonoridades cold-wave, darkwave e synthopop. As onze faixas do álbum: “Le phare”, “Les reliquaires”, “Nihil novi sur sole”, “Si c'est ainsi”, “Les douleurs de l'ennui”, “Jezabel”, “Touriste américain”, “Existence rebelle”, “Premières loges”, “Legers et irréels” e “Eveil total”; trazem trechos em latim, espanhol e árabe, funcionando como colagens musicais, mas que não escondem o caráter confessional e mesmo autobiográfico de suas letras, a exemplo da faixa título e da bela “Les Reliquaires”, em que já é possível perceber o frágil estado psicológico e emocional de Patrick L. Robin.
Este disco foi relançado em 1998 pela gravadora Lullaby.
O próximo álbum da banda, Stella Obscura, iniciado em janeiro de 1991, levou exatamente um ano para ficar pronto, sendo lançado em 1992. Traz 17 faixas: “Benedictus”, “Spacio Astro”, “Tant Royale est sa Lumière”, “Exaucez-nous”, “Tes Lèvres Un Abat-son”, “Les Prophètes”, “Du Chant des Elfes”, “Les Arbres attendant”, “Les Martyrs”, “Mieux les Hommes vivent”, “Grégoire”, “Sol lucet omnibus”, “Armide” (Winter Mix), “Noire et Verte”, “La Voix qui sauve”, “Pilgrim’s Song” e “Memorias de Vigo”.
É um trabalho marcado pela crise emocional de Patrick, que tentaria logo após o lançamento do disco cometer diversas vezes o suicídio, até ser internado em uma clínica especializada. Apesar do clima em que foi concebido, marcado pela tristeza, depressão e melancolia, trata-se de um dos discos mais elogiados da banda, em que comparecem verdadeiros clássicos como a nova versão de “Armide”, considerada por muitos fãs como a melhor já lançada pelo grupo.
Também não podemos esquecer de "Benedictus", com seu vocal grave e solene, em latim. A sétima faixa “Du Chant des Elfes” contou com a participação especial de Brendan Perry do grupo Dead Can Dance.
Após este álbum devido à internação de Patrick, o grupo passaria um longo tempo sem lançar nenhum material inédito.
Em 1995, acontece um fato curioso e até improvável. Aliás, muitas das bandas que já resenhei aqui no site acham curioso o fato de serem conhecidas no Brasil, onde o clima, a cultura, e a própria imagem que o país possui no exterior, o tornam um nicho um tanto improvável para apreciadores desse tipo de som. Mas como eu ia dizendo, o fato curioso e improvável que aconteceu em 1995 foi o lançamento pelo selo independente brasileiro Museum Obscuro (representante local do Cri du Chat Disques) de uma coletânea do Opera Multi Steel registrando os primeiros 10 anos da banda.
O que motivou a idéia do lançamento dessa coletânea foi o imenso sucesso da música “Days of Creation” nas pistas de dança de casas noturnas góticas paulistas. Tal sucesso resultou na gravação da coletânea Days of Creation, An Anthology 1984-1994.
A banda chegou a gravar aqui no Brasil “Eleanor Rigby” em um disco tributo aos Beatles chamado Black Sundays Vol. II pelo selo independente brasileiro Gothic Compilation, em 1995.
Depois do selo Museum Obscuro entrar em contato com a banda, que também se empolgou com o convite de voltar a gravar, acabou surgindo a idéia de se lançar um álbum totalmente novo. O disco de 14 faixas chamou-se Histoires de France e suas canções foram escritas por Patrick durante seu longo período de recuperação. O disco seria lançado apenas em março de 1997, e nesse intervalo de tempo o Opera Multi Steel realizou uma turnê no Brasil que aconteceu em outubro de 1996 e contou com a presença de Patrick, Franck, Catherine e Eric, além da participação especial de Carine Grieg, da banda Collection d’Arnell Andrea.
Durante os shows no Brasil a banda prestigiou a platéia executando algumas canções que ficaram de fora de uma série de gravações do grupo, sendo, portanto inéditas em álbum.
O grupo ficou muito feliz com a acolhida no Brasil. A experiência no país traria ainda outros frutos além do lançamento de Histoires de France, tanto que em 1999 Franck Lopez formou junto com os brasileiros Alexandre Twin (Individual Industry) e Maurizio Bonito (Volv Uncion) o grupo 3 Cold Men de estilo retro wave.
Em 1996, o Opera Multi Steel também participou do disco Ice Water da banda Individual Industry com a faixa “Vie Si Joliment Vide” lançado em 1996 pelo selo Cri du Chat Disques.
Em 1998, a banda volta ao Studio du Rempart de la Miséricorde, em Dijon na França, para a gravação de um novo álbum chamado Eternelle Tourment que foi lançado em maio de 1999, pelo selo Triton.
O disco de onze faixas traz quatro regravações e sete inéditas. As regravações, são novas versões de músicas lançadas em edições limitadas em formato de fita K7, que há muito se encontravam fora de catálogo. São elas "Laudamus Te", (que também apareceu na coletânea Storm the Palace do selo Palace of Worms Records), "Parfums Esthers", "Autres Appels" e "Délices De La Moisson". As novas canções são “Pauvre Sens Et Pauvr mémoire”, “Tristesse”, “Latences”, “Toujours Ces Chants”, “Indigo Royal”, “Heure Matinale”e “Traversons Le Présent”. Dessas apenas “Pauvre Sens et pauvre memoire” e “Tristesse” não são letras de autoria de Patrick L. Robin. A primeira trata-se de uma poesia do escritor medieval francês Rutebeuf. Já a segunda canção traz em sua letra a poesia da escritora realista francesa Marie Mareau.
Na capa do álbum está um quadro do pintor Hugo Simberg (1873 - 1917) chamado “Anjo Ferido” quadro esse datado de 1903. Em termos musicais podemos dizer que esse disco funciona com uma espécie de síntese das diferentes fases e estilos da banda: folk, medieval, electro-pop, darkwave. Este trabalho contou com a participação especial da cantora Carine Grieg nos vocais adicionais.
Nesse período entre 1995 e 2000 são relançados todos os álbuns da discografia oficial da banda no formato CD.
Em 200 participam de uma coletânea do selo Palace of Worms chamada Power of a new Aeon com a faixa “Bella Donna Imperatrix Mundi”.
Em 2001, os músicos voltam ao estúdio e iniciam os trabalhos para um novo álbum, dessa vez patrocinado pela Triton. O processo de produção levou um tempo considerável, e sofreu uma série de atrasos e contratempos.
Dessa forma, apenas no início de 2003 é lançado Une Idylle em Péril, que contou com a participação dos integrantes originais da banda (Patrick L.Robin, Franck Lopez, Catherine Marie e Eric Milhiet), e teve mais uma vez a ajuda de Carine Grieg, que participou dos vocais em várias faixas. Thibault d’Abboville, também do Collection D’Arnell, ajudou tocando violão em duas músicas. Esse álbum é menos eletrônico e traz mistura de influências de folk, com instrumentos como bandolins, guitarras e flautas, misturadas com sons retirados de compositores medievais e do renascimento clássico, criando uma atmosfera doce e delicada.
Fonte: Wikipédia
Discografia
Cathédrale (1985)
A contresens (1988)
Les douleurs de l'ennui (1990)
Stella Obscura (1992)
Histoires de France (1997)
Eternelle Tourmente (1999)
Une Idylle En Péril (2003)
Roman Rain - Discography
Pleasure And Pain - Exit Gate
Os italianos do Pleasure and Pain lançaram esse disco com fortes influências de The Cure, Sisters of Mercy, New Order, etc. Com elementos eletrônicos, sombrios, é altamente recomendado.

1. Naked Blood (5:07)
2. She Walks In Beauty (4:35)
3. Shinning Spirits (6:08)
4. Never Come Back? (5:01)
5. Lost (5:20)
6. Echoes (2:22)
7. The Light (4:40)
8. A Voice (4:52)
9. Tears (5:11)
10. Exit (4:27)
Download
Dancing in the Dark
Estou de volta com mais um set mix para vocês. Está mais variado, com mais coisas eletrônicas e até mesmo alguma coisinha de electropop. Espero que dancem muito com esse set.

1. Perfidious Words - Ruined (00:00)
2. Blue Foundation - Distant Dreams (03:46)
3. Hungry Lucy - Grave (08:20)
4. Ladytron - Mu-Tron (13:31)
5. Enigma - Voyageur (16:10)
6. Theodor Bastard - Zima (20:03)
7. Cultus Ferox - Wunder (24:07)
8. Carfax Abbey - The Healing (25:29)
9. Behind The Scenes - Human (30:27)
10. Zeromancer - Dr. Online (35:00)
11. The Cruxshadows - Tauschung (38:15)
12. The Last Dance - Silently She (Annodalleb Remix By Cyrusrex) (43:00)
13. Another Cell - Inner Universe ~cybernated~ (47:36)
14. Assemblage 23 - Human (52:05)
15. Primordia - Surface Tension (57:07)
16. Eminence Of Darkness - Paradise (60:44)
17. Zeraphine - Be My Rain (Club Mix) (65:13)
18. Sara Noxx - Night In My Hands (70:51)
19. Unheilig & Project Pitchfork - Ich Will Leben (Pitchfork-Ps-Mix) (74:06)
Tempo Total: 78:31
Otto Dix - Зона Теней (2009)
Recomendadíssimo.

01. Intro
02. Зона теней
03. Сказка странствий
04. Грех уныния
05. Надо улыбаться
06. Война
07. Немой крик
08. Мечта о весне
09. Орфей
10. Старик
11. Фиксация снов
Download 1 / 2
Sara Noxx Discography
Eu gosto da Sara Noxx. Sua sonoridade flerta de forma muito bonita com o darkwave.
Banda: Sara Noxx
País: Alemanha
Site Oficial
Myspace
1997 - Noxxious
1998 - Paradoxx
2001 - Exxtasy
2003 - Nonvoxx
2003 - Colder and Colder
2003 - Equinoxx
2008 - XX-Ray 1/ 2/ 3/ 4
2008 - Sara Noxx Featuring Project Pitchfork - Earth Song























